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domingo, 21 de junho de 2015

Dia do Skate – de Stacy Peralta à Bob Burniquist



No final dos anos 50, quando não havia mais ondas no litoral da Califórnia, surfistas cansados de esperar decidiram criar algo inspirado no surf, mas sem utilizar água. Na tentativa de imitar as manobras do surf usando rodas e eixos montados em pranchas de madeira se criou um novo esporte, hoje conhecido como skate. As primeiras marcas as comercializarem essa revolucionária foram a Roller Derby e Makaha, fabricando shapes em formato de pequenas pranchas de surf e com novo design.

Uma das lendas do esporte é Stacy Peralta, que nasceu na Califórnia e integrou o primeiro supertime de estrelas do skate, os Z-Boys – formado por ninguém menos que Jay Adams e Tony Alba – grupo que mais tarde se tornaria tema de um documentário dirigido pelo próprio Stacy, o clássico Dogtown e Z-Boys (2001), veja o trailer:



No Brasil também temos grandes nomes do esporte como Bob Burnquist, o maior skatista brasileiro de todos os tempos. Começou a andar de skate na infância em São Paulo, na adolescência viajou pra fora do país e chocou a cena mundial durante o City Jam, no Canadá, quando fez uma apresentação pioneira de switchstance e venceu  o evento. Além de melhor skatista do ano (2010), entrou para o Hall da Fama do skate e é recordista de medalhas no X Games, total de 27, sendo 12 de ouro!


Todos os anos, no dia 21 de junho comemora-se mundialmente o “Go Skate Day”, data criada em 2004 pela IASC (International Association Of Skateboard Companies)!


E aí, como vai comemorar esse dia?

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Spike Lee, New Era e o Brasil!

Spike Lee é um cineasta, escritor e produtor norte-americano, nascido em 1957, em Atlanta.


Considerado por muitos como um diretor polêmico, se consagrou principalmente por filmes que discutiam questões raciais, como “Faça a coisa certa” (1989) e “Malcom X” (1992). Por esse motivo, Spike Lee é considerado um ícone da cultura afro-americana.

Sempre envolvido no processo de conscientização social da população, seus filmes costumam usar frequentemente a frase "Wake Up!" (Acorde!), como forma inconsciente acordar as pessoas para uma maturidade social.

Spike Lee também possui estreita relação com o Brasil. Inclusive, já dirigiu filmes, documentários e curtas, contando sua visão sobre nosso país. Os mais atuais são o documentário “Go Brazil Go” e o  curta-metragem/videoclipe “Pixote’s Game”.

Outra relação longa e próspera do diretor é com a New Era Caps, que perdura desde 1996, quando ele foi pessoalmente pedir à New Era que produzisse um modelo exclusivo do 59fifty de seu time preferido, o Yankess. Nesse ano, a New Era, atendendo ao pedido, produziu um Cap especial na cor vermelha, diferente do já tradicional azul marinho que era fabricado na época.

Um fato peculiar é que o Yankees não estava indo muito bem naquela temporada. Como o time finalmente venceu o jogo em que Spike Lee assistiu usando seu Cap vermelho, muitos relacionaram com a sorte da virada. Logo em seguida, o Cap que nasceu exclusivo se tornou febre mundial.


Além disso, Spike Lee já esteve presente com a New Era dirigindo comerciais que marcaram história.




É para honrar essa relação história com o diretor que a New Era lança em 2014 uma linha com seis modelos que fazem parte da coleção Heritage Series.


quarta-feira, 4 de junho de 2014

New Era em homenagem ao Brasil

A New Era Brasil tem o orgulho de apresentar uma série de coleções exclusivas de bonés celebrando o maior evento do ano no Brasil, o Mundial de Futebol.  
Uma das linhas, feita em parceria com nomes da arte urbana nacional, “Brasilidades” convidou os artistas cariocas Mack, Ment e Mottilaa, para desenvolverem uma coleção limitada de bonés em homenagem aos símbolos e cores que representam o Brasil.
Os Caps são nos modelos 9FIFTY SnapBack!
Além disso, o torcedor brasileiro agora também pode vibrar pelo seu time usando as cores de sua pátria amada! Internacional, Vasco, Botafogo, Flamengo, Cruzeiro e São Paulo contam com bonés especiais, todos com as cores da camiseta do Brasil!






Já para a linha New Era Sport, no modelo 39THIRTY, foram desenvolvidos bonés com tecnologia Gore Tex, tornando o produto impermeável, mas ao mesmo tempo permitindo a saída da umidade interna em forma de vapor. Esta coleção traz na parte frontal do boné a bandeira de dez seleções em couro, são elas: Portugal, Inglaterra, Japão, África do Sul, Espanha, Argentina, Holanda, Itália, Alemanha e Brasil. Além disso, a parte interna, feita em cetim, é estampada com todas as bandeiras dos times que estarão presentes no Mundial de Futebol.


Assim como o futebol é democrático, a New Era traz também uma opção de aba reta para os amantes do Brasil. A coleção Action traz uma mistura dos tons da bandeira de nove países: Brasil, Espanha, Itália, Alemanha, França, Argentina, Japão, Inglaterra e Portugal. O modelo escolhido para esse boné foi o 9FIFTY SnapBack, com o sistema Interchangeable, que possibilita a troca das tiras dos ajustes.
Agora é só colocar seu New Era na cabeça e vibrar pelo Brasil!











quinta-feira, 17 de abril de 2014

Pedalada com visão 360º


Um passeio de bicicleta com visão 360º. Isto é óbvio para quem está em cima da bicicleta, mas como transmitir essa experiência na gravação de um vídeo?

Durante dois anos o fotógrafo Jonas Ginter procurou aplicar a técnica de fotografia panorâmica esférica, utilizando a plataforma de  vídeo. Para isso, ele precisou de 6 câmaras GoPro e de um suporte projetado especialmente numa impressora 3D. O resultado é inovador.

A técnica panorâmica esférica consiste na combinação de várias fotografias numa representação de 360º de um determinado local. O resultado é a transformação de um ponto no espaço numa espécie de "pequeno mundo", isto é, parece que o fotógrafo/ciclista está num filme de animação!


Confira:


Fonte: Redbull.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Clube do Skate é referência na cena do skateboard no Brasil



Criado em 2002, o Clube do Skate surgiu como um sonho de um skatista de fortalecer e divulgar a comunidade do skateboard no Brasil. O grupo sempre acreditou no potencial do esporte em nosso país e a cada ano, tem juntado mais e mais atletas e simpatizantes com o objetivo de divulgar o skate brasileiro.


A partir de 2014, o Clube do Skate tem o apoio da New EraBrasil.


Confira aqui alguns vídeos de skatistas brasileiros que estão #AtrásDoCorre!





Se você quiser saber mais sobre este projeto, acesse o site oficial do Clube do Skate ou curta a fanpage!

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Mas afinal, o que é arte de rua?

Underground em Barcelona, Espanha

Semana passada o Stree2lab conversou com o artista urbano ESCIFque ao invés de entrevista nos deu um manifesto.


O que é a arte de rua?

A arte de rua não é uma domesticação de artistas ...
… é a liberação de artistas!
A arte de rua não é uma manipulação de pessoas ...
… é uma aproximação com as pessoas!
A arte de rua não é a decoração das cidades ...
… é uma reflexão sobre as cidades!
A arte de rua não é a publicidade dos governos ...
… é uma revisão dos governos!
A arte de rua não é especulação do mercado ...
… é gratuito, é para todos!
A arte de rua não é arte em museus, não é arte nas galerias, não é "Street Art" ...
é apenas a arte de rua!
Não é verdade que o "Street Art" transformou cidades em museus,
O "Street Art" transformou as cidades em parques de atrações.

–Black Socks Mouvement. 2011

,El Vandalismo Ilustrado em Vila Real, Espanha

Emergency Exit em Barcelona, Espanha

Liberté em Montreal, Canadá

Los Buenos Aires em Buenos Aires, Argentina

Pirate Utopias em Albacete, Espanha


Fotos e texto: Idea Fixa 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Arte gráfica em bueiros vira moda no Japão


O Japão é um país que transpira arte. E para quem não sabe, no país do sol nascente existe uma obsessão bem único: estilizar tampas de bueiros.

Tudo começou em 1985, quando um burocrata do alto escalão do Ministério da Construção Civil surgiu com a proposta de permitir que os municípios pintassem suas próprias tampas de bueiros. O objetivo era simples: sensibilizar a população sobre a importância de projetos de esgotos e torná-los mais palatáveis para os contribuintes.

Hoje existem quase 6 mil bueiros artísticos em solo japonês.


Confira alguns:











Fonte: Hypeness

sexta-feira, 21 de março de 2014

#EntrevistaDoMês - Coletivo de graffiteiros de SP representa a arte urbana brasileira no maior festival de jazz do mundo


O Grupo OPNI - coletivo de graffiteiros de São Mateus, zona leste de São Paulo - irá representar a arte urbana brasileira em Nova Orleans, nos Estados Unidos, durante o 45º "New Orleans Jazz & Heritage Festival", considerado o maior festival de jazz do mundo, que acontecerá entre 25/04 e 04/05 de 2014.

O festival é um dos eventos culturais mais conhecidos do EUA e todo ano divulga a diversidade cultural presente em Nova Orleans, cidade com forte influência de cultura africana e conhecida como a capital do jazz.

Na edição deste ano, o "Jazz Fest", como é conhecido, homenageia o Brasil com um espaço especial para a nossa cultura: o "Cultural Exchange Pavilion", onde alguns artistas convidados irão demonstrar suas músicas, artes, danças e muito mais.

A New Era Brasil entrevistou um dos fundadores do Grupo OPNI quanto à participação do grupo neste evento e sobre a responsabilidade de representar a arte urbana brasileira no maior festival de jazz do mundo.


Confira nosso bate-papo:


1 - A New Era Brasil gostaria de saber mais sobre o projeto Favela Jazz. A apresentação em Nova Orleans será a primeira etapa.  Vocês já possuem uma próxima etapa em mente?
R: Nós temos várias ideias, mas o conceito em si do projeto é fazer um registro de todo esse momento, da experiência, que é muito rica, para podermos dar uma devolutiva, que talvez seja com exposições. Temos também um projeto musical com a banda Conde favela (ritmo com uma bela mescla de musica negra e arte urbana), num formato meio workshop. É um universo muito rico!

2 - O Jazz não é um estilo de música muito difundido no Brasil, ao contrário dos EUA. Caso o projeto Favela Jazz também aconteça aqui, como vocês pretendem dialogar com público brasileiro?
R: Nossa ideia é justamente popularizar o jazz, fazendo com que o povo preto e pobre o conheça, porque é dessa classe que ele surge. O jazz tem essa parada de ser refinado, uma música da classe alta. Mas somos nós quem o fazemos! Falamos assim de uma forma mais universal e além disso, neste projeto trabalhamos mesclando o jazz com a arte urbana. Não somos entendedores do jazz, nem da música, apenas a sentimos. Então é dessa forma... Fazendo com que as pessoas sintam mais, conheçam a sua história, e se apropriem dela!


3 - Assim como nas ruas, os festivais geralmente contam com grande movimento de pessoas. Podemos esperar algo parecido com o percurso "Galeria a Céu Aberto" no New Orleans Jazz & Heritage Festival?
R: O graffiti possibilita uma coisa muito importante nos dias de hoje, que é a troca de experiências, o intercâmbio, que hoje está se tornando cada vez mais distante. Existem muitas grades, muitos prédios. É um mundo muito individualizado, cada um dentro do seu smartphone ou seu PC. Então dentro da nossa caminhada já vimos que a o graffiti é universal porque ele está na rua e dialoga com todos os públicos: com o rico, o pobre, o novo e o velho. Então a arte urbana dialoga e interage com todos, diferente da arte que está dentro de uma galeria, onde não são todos que irão ver. 

4 - Como vocês se sentem ao representar a arte urbana brasileira neste festival, que reúne diversos e diferentes elementos da nossa cultura?
R: Obviamente que a gente fica feliz por ser escolhido entre tantos artistas bons que temos aqui. Mas também levamos em consideração que muitas coisas acontecem ao mesmo tempo, desde sermos convidados ao maior festival de jazz do mundo até apanhar da nossa própria polícia. Essas são as contradições. Mas o que chama muita atenção nesse convite é o fato de que as pessoas que estão ao seu lado não te valorizam e não dão oportunidade para você expor seu trabalho. Mas essas interações podem vir de qualquer lugar do mundo, por isso precisamos expandir e tentar levar nosso trabalho ao máximo de pessoas possíveis. Às vezes estamos sozinhos dentro do nosso quarto, mas existem em diversos lugares do mundo, pessoas pensando como você, e por isso existe a necessidade de soltar o sentimento de alguma forma em algum lugar.


5 - O Grupo OPNI tem forte relação com a cultura afro-descendente, assim como o Rap e o Jazz. Vocês vêem, de certa forma, seus trabalhos influenciados pelo Jazz?
R: Com certeza a nossa influência está totalmente ligada à musica negra, ainda mais quando gente vê de onde surge esse tipo de música. Temos que dar uma continuidade a tudo isso. Muitos sofreram e até morreram por nós, e agora é nossa vez de fazer algo também. Então o que notamos é que estamos interligados em muitos sentidos que às vezes vai além do movimento cultural que você faça parte.

6 - O que quer dizer a sigla OPNI?  Em 17 anos de existência, vocês conseguem eleger um momento divisor de águas para o grupo? Ou um trabalho de destaque?
R: Hoje pra gente OPNI é um grito que representa vidas, histórias, lutas, glórias, tristezas e felicidades. Quando iniciamos era Objetos Pixadores Não Identificados, por conta dos OVNI (Objetos Voadores Não Identificados). Aí vieram outros significados como: Os Policiais Nos Incomodam, O Povo Nada Impõe, O Principal Não é Ibope, Orai Pelos Nossos Irmãos. Tivemos vários significados que íamos colocando em nossos graffitis, por isso hoje é tudo em apenas um o nome: OPNI!

Em São Mateus temos uma preocupação em tentar trazer melhorias, trazer mais respeito para nossa comunidade. As pessoas estão precisando de vida. O que iremos conseguir não sabemos. A única certeza é que precisamos tentar fazer algo! Talvez quando identificamos isso, foi o nosso divisor de águas. Temos vários divisores de águas, talvez todo dia tenha um! Porque às vezes fazemos trabalhos com mais destaque, ou maior no sentido de estrutura. O que achamos de extrema importância é a necessidade, para pagarmos nossas contas, e continuarmos fazendo nossas ações, nas quais não temos apoio. Mas com o tempo vamos identificando que estamos muito apegados em coisas simples, que talvez sejam muito maior do que um grande evento, como um olhar e um sorriso sincero de uma senhora da nossa comunidade. Ou como um abraço de uma criança, e ouví-la dizer obrigado por pintarem meu muro, eu amo vocês! 

Mais sobre o Grupo OPNI:


O Grupo OPNI, fundado em 1997, possui um trabalho característico: em suas ações culturais retratam o cotidiano periférico, realizando murais e exposições “artivistas”. Um dos principais projetos do Grupo OPNI é a “Galeria a Céu Aberto”, onde os artistas mantém desde 2009, em sua comunidade de origem, um percurso repleto de intervenções, são ruas e vielas graffitadas que inspiram comunidades e ressignificam um território marcado pela pobreza e exclusão social.

A relação com a cultura afro-brasileira é uma característica marcante nos trabalhos do Grupo OPNI. Destacam-se as ações realizadas junto a comunidades tradicionais e grupos de samba, através do projeto “Esse Graffiti vai dar Samba”, tais como o “Berço do Samba de São Mateus”, “Comunidade Toca da Onça”, “Samba da Maria Cursi”, “Tia Cida”, “Quinteto em Branco e Preto”, “Pagode da 27”, “Samba da Vela”, entre outros...

Em sua trajetória de 17 anos, o Grupo OPNI: fundou a Rede São Mateus em Movimento, maior articuladora cultural na região (2008); participou da 1ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art no MUBE (2010); interpretou os painéis “Guerra e Paz”, de Cândido Portinari, no encerramento da exposição em São Paulo (2012); recebeu o prêmio de melhor grupo de graffiti no “1º Prêmio Mundo da Rua” (2012); customizou o tênis do astro americano de basquete, Kobe Bryant, a partir de um convite da marca Nike (2013); recebeu o prêmio do edital PROAC HIP HOP nº35/2013 com o projeto “Galeria a Céu Aberto de São Mateus: Graffiti e Rodas de Conversa” (2013).

Site do Grupo OPNI: www.grupoopni.com.br
Facebook do Grupo OPNI: www.facebook.com/grupoopni
Site do Festival: http://www.nojazzfest.com/

Contatos:
(11) 7882-8634 (Aluízio)
(11) 2015-0763 (Leila ou Ana)

quinta-feira, 20 de março de 2014

Arista cria figuras de madeiras que interagem com o espaço urbano


Conheça a arte do skatista e bboy Joe Iurato.

Com desenhos detalhistas, ele pega pedaços de madeira e cria pequenas figuras que interagem com o espaço urbano e contam histórias nos lugares mais inesperados.
Iurato deixa frequentemente a sua arte espalhada pelas cidades, para que sejam as pessoas a descobri-la. 

Algumas obras, no entanto, duram apenas horas ou dias.

Confira:



















Você pode acompanhar esse trabalho no Flickr e no Facebook do artista.


Fonte: Hypeness.

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