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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Artista transforma lixo em casa para moradores de rua


Gregory Kloehn é um artista da cidade de Oakland, na Califórnia, que teve a brilhante ideia de criar pequenas casas móveis para moradores de rua a partir de materiais reciclados encontrado nas ruas. Seu projeto "Casas para os Desabrigados" começou quando ele percebeu que poderia aplicar suas habilidades artísticas e de construção para ajudar pessoas necessitadas.

Kloehn seleciona peças em um bairro industrial de Oakland que geralmente são descartas de forma ilegal. E vale de tudo: porta de geladeira, pedaços de madeira, porta de máquina de lavar, tampa de caçamba, entre outros.             


Além de resgatar dejetos nas ruas, ele os transforma e dá esperança, conforto e segurança para aqueles que não tem. Uma brilhante ideia que pode ser servir de exemplo para nós brasileiros. 

Confira:















Fonte: Bored Panda

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Ao invés de tinta, artistas brasileiros inovam e criam artes com azulejos coloridos


O conceito de arte urbana tem crescido cada vez mais nas cidades brasileiras. Tornar os espaços públicos mais agradáveis e lúdicos tem sido o objetivo de muitos artistas. Decididos em inovar, o Coletivo MUDA, formados por designers e arquitetos cariocas, criam painéis formados por azulejos de diversas cores e padrões. 

O resultado, você vê aqui embaixo:















Fonte: Hypeness.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Jey 77: um artista que ama o que faz




Artista plástico conceituado no mundo todo, Flávio Ferraz, mais conhecido como Jey 77, já apresentou sua arte em exposições de Barcelona, Madrid, Estados Unidos e Chile.
Aqui no Brasil, fez participações importantes no Museu de Imagem e Som, memorial da América Latina, entre muitas outras.

A cultura punk e o universo do skate interferem diretamente na criação de Jey, que é parceiro da New Era Brasil há muitos anos. Ele já criou uma coleção exclusiva de caps com a gente a partir de sua experiência gráfico-urbana,  que contava com inspiração ninja, um de seus traços mais marcantes.


Conversamos com o Jey para saber um pouco mais sobre o seu trabalho!

New Era - Como você enxerga a relação do Brasil e dos brasileiros com a arte urbana?
Jey - A grande maioria aceita bem, tanto as pessoas que admiram simplesmente nas ruas, sem rótulos, nem glamour, quanto as pessoas que enxergam como uma arte comercial, de galeria, de status.

É como você enxerga nos outros países?
Em cada país tem uma cultura e a aceitação é diferente. Em alguns é super valorizado e em outros totalmente proibido.

Para você, como se define a diferença entre interferência artística urbana e atos de vandalismo, pichação e afins?

Acredito que todas elas são formas de se expressar e cada pessoa tem uma necessidade diferente.

O que te inspira a viver de arte? Em específico, na arte urbana?
O sonho de viver fazendo o que mais amo. 

Você faz um monitoramento das suas intervenções “ilegais”, para saber quais ainda estão de pé e quais foram retiradas?
Sim, das mais importantes, que para mim são as esculturas que instalei ilegalmente na cidade.


Como você se sente quando descobre que uma arte sua foi retirada ou apagada? É algo para o qual você já está preparado?
Nunca estarei preparado. Me sinto motivado a fazer mais.

Além de deixar a cidade mais bonita, como suas peças interferem no cotidiano da cidade?
Interferem diretamente na paisagem, seja despertando o olhar ou sendo uma crítica.

Como aconteceu a sua parceria com a New Era?
Desde que [a New Era] chegou no Brasil, participei dos primeiros eventos e desde então colaboro como formador de opinião.

Como você se identifica com a marca?
Além de usar boné diariamente, me identifico com o lifestyle da marca.

Quais são seus projetos atuais?

Meu principal projeto agora é a produção de um livro.

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